
Testes de Depressão
Sentir-se em baixo de forma contínua, sem motivação ou com dificuldade em lidar com o dia a dia pode ser sinal de algo mais do que cansaço. A depressão é uma condição séria e comum que, quando identificada precocemente, tem tratamento eficaz. Em souvida.pt, os nossos psicólogos utilizam testes de depressão reconhecidos cientificamente para ajudar a compreender o estado emocional de cada pessoa e oferecer o apoio adequado.
O que são testes de depressão?
Os testes de depressão são ferramentas psicológicas validadas que permitem avaliar sintomas, intensidade e duração do mal-estar emocional. Estes testes ajudam os psicólogos a identificar sinais de depressão, a distinguir entre diferentes tipos (como depressão maior, distimia ou depressão sazonal) e a acompanhar a evolução do tratamento.
Porque é que fazer um teste de depressão com um psicólogo é diferente de fazer um teste encontrado online?
É comum encontrar testes de depressão rápidos na internet, mas eles têm limitações significativas:
- São generalistas e não adaptados à realidade de cada pessoa.
- Não têm valor clínico nem substituem uma avaliação profissional.
- Podem gerar interpretações erradas ou causar mais ansiedade.
Em souvida.pt, cada teste à depressão é enquadrado numa consulta individualizada, onde há espaço para escuta, acolhimento e orientação terapêutica.
Quando devo procurar ajuda?
Se tem sentido:
- Tristeza ou apatia constantes
- Dificuldade em dormir ou excesso de sono
- Falta de energia
- Dificuldade em concentrar-se
- Pensamentos negativos persistentes
- Isolamento social
… então está na hora de cuidar de si. Ignorar estes sinais pode agravar o problema. Procurar ajuda não é sinal de fraqueza — é um ato de coragem e amor-próprio.
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Acreditamos num acompanhamento humano, profissional e respeitador. Os nossos psicólogos estão prontos para ouvir e ajudar, com total confidencialidade e sem julgamentos.
O seu bem-estar começa com uma decisão. Estamos aqui para si.
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Como controlar a ansiedade?
Estratégias práticas e eficazes para o dia-a-dia
Vivemos numa época marcada pelo excesso de estímulos, cobranças e incertezas, fatores que contribuem diretamente para o aumento da ansiedade. Se tem se sentido constantemente preocupad@, com o coração acelerado, dificuldade em respirar ou incapacidade de desligar a mente, não estás sozinh@. A ansiedade é uma das condições emocionais mais comuns da atualidade.
Neste artigo, vamos explorar de forma prática e empática como controlar a ansiedade, incluindo ataques de ansiedade, e apresentar estratégias que te podem ajudar a encontrar mais equilíbrio no dia-a-dia.
O que é a ansiedade?
A ansiedade é uma resposta natural do corpo perante situações que interpretamos como perigosas ou desafiantes. Pode ser útil em pequenas doses, pois prepara-nos para agir. No entanto, quando se torna constante e desproporcional, interfere com o bem-estar e a qualidade de vida.
Sintomas comuns da ansiedade
- Preocupação excessiva
- Dificuldade em relaxar
- Tensão muscular
- Insónia
- Pensamentos negativos repetitivos
- Taquicardia ou sensação de falta de ar
- Irritabilidade e dificuldade em controlar a raiva
Se te revês nestes sintomas, é importante procurar apoio. A boa notícia é que existem estratégias eficazes para gerir e controlar estes estados.
Como controlar a ansiedade no dia-a-dia
1. Respiração consciente: técnica 5-4-3-2-1
Uma técnica simples, mas poderosa para controlar crises de ansiedade, é a técnica 5-4-3-2-1. Esta baseia-se na atenção plena (mindfulness) e ajuda-te a ancorar-te ao momento presente:
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5 coisas que consegues ver
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4 coisas que consegues tocar
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3 coisas que consegues ouvir
-
2 coisas que consegues cheirar
-
1 coisa que consegues saborear
Esta prática ajuda a desligar o piloto automático dos pensamentos ansiosos e a reconectar com o corpo e o presente.
2. Aceita as emoções sem julgamento
Tentar reprimir ou lutar contra a ansiedade apenas a torna mais intensa. Em vez disso, tenta observar o que estás a sentir com curiosidade e sem julgamento. Frases como “é normal sentir isto”, ou “isto vai passar” podem ser úteis para reduzir a intensidade emocional.
3. Cria uma rotina para descansar a mente
A mente ansiosa raramente descansa. Por isso, é essencial cultivar momentos de pausa e tranquilidade:
- Pratica atividades relaxantes como meditação, ioga ou leitura
- Estabelece um horário fixo para dormir
- Reduz o tempo de ecrã antes de ir para a cama
- Caminha ao ar livre, de preferência em contacto com a natureza
Descansar a mente é tão importante quanto descansar o corpo.
4. Movimento físico regular
O exercício físico liberta endorfinas, são hormonas que melhoram o humor e reduzem o stress. Não precisas de te inscrever num ginásio. Uma caminhada de 30 minutos por dia já faz uma grande diferença no controlo da ansiedade.
5. Cuida da tua alimentação e evita estimulantes
Cafeína em excesso, álcool e açúcar refinado podem agravar os sintomas da ansiedade. Tenta manter uma alimentação equilibrada, rica em vegetais, frutas, água e alimentos ricos em triptofano, como banana, abacate e aveia.
6. Aprende a dizer “não” e define limites
A dificuldade em dizer “não” é muitas vezes uma das causas da sobrecarga emocional. Aprende a reconhecer os teus limites e a priorizar o teu bem-estar. Estabelecer limites saudáveis com os outros é uma forma de autocuidado essencial.
7. Procura apoio profissional
Se a ansiedade estiver a interferir significativamente com a tua vida pessoal ou profissional, é fundamental procurar ajuda psicológica. Um psicólogo pode ajudar-te a identificar padrões de pensamento, trabalhar a regulação emocional e desenvolver estratégias personalizadas para lidar com a ansiedade.
E quando acontece um ataque de ansiedade?
Durante um ataque de ansiedade, o corpo reage como se estivesse em perigo real, mesmo que não haja ameaça concreta. Nestes momentos:
-
Respira lenta e profundamente
-
Usa a técnica 5-4-3-2-1
-
Repete frases de segurança como “isto vai passar” ou “estou seguro/a agora”
-
Evita lutar contra o que estás a sentir – foca-te em regular a respiração e acalmar o corpo
Lembra-te: o ataque de ansiedade é assustador, mas não é perigoso. É apenas o teu corpo a reagir de forma desregulada e com prática, podes reaprender a acalmá-lo.
Conclusão
Aprender a controlar a ansiedade é um processo pois, não existe uma solução mágica, mas sim um caminho que pode ser construído com paciência, autoconhecimento e apoio adequado.
Se sentes que não consegues lidar sozinh@ com os teus sintomas, não estás fracassad@ — estás a precisar de apoio. A equipa de psicólogos da Souvida.pt está pronta para te ouvir, acolher e ajudar-te a encontrar mais equilíbrio emocional.
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Como lidar com o Sentimento de Rejeição?
A dor da rejeição é uma das mais profundas que podemos sentir. Pode surgir em relacionamentos amorosos, amizades, família ou até em ambientes profissionais. Esta ferida emocional, quando não tratada, pode influenciar negativamente a forma como nos vemos e nos relacionamos com os outros. No entanto, é possível curar essa dor, reconstruir a autoestima e reencontrar o equilíbrio interior.
O que é a ferida da rejeição?
A ferida da rejeição é um padrão emocional que se forma geralmente na infância, muitas vezes associado a experiências em que a criança se sentiu ignorada, excluída ou desvalorizada. Essa sensação pode permanecer na idade adulta, manifestando-se como medo da rejeição, insegurança, necessidade constante de aprovação ou dificuldade em estabelecer relações saudáveis.
Sinais de que a ferida da rejeição está ativa
- Medo intenso de ser rejeitad@ ou abandonado@
- Evitar intimidade por receio de se magoar.
- Necessidade de agradar para evitar críticas.
- Dificuldade em lidar com críticas ou conflitos.
- Sensação de não ser suficientemente bom.
- Autoexclusão social ou sabotagem de relacionamentos.
Estes comportamentos são mecanismos de defesa inconscientes criados para evitar reviver a dor original. No entanto, acabam por reforçar o sofrimento e o isolamento.
Como começar a cura da ferida da rejeição
1. Tomar consciência do padrão emocional
O primeiro passo é identificar de onde vem essa dor. Recorda situações em que te sentiste rejeitado e observa se há um padrão repetitivo. Refletir sobre as origens ajuda a dar nome ao sofrimento e tirar-lhe o poder.
2. Validar os próprios sentimentos
A rejeição dói. Negar essa dor só prolonga o sofrimento. Permite-te sentir tristeza, raiva ou frustração sem julgamento. A cura começa com a aceitação emocional.
3. Trabalhar a autoestima
A rejeição afeta diretamente a autoestima. Investe em autoconhecimento, faz uma lista de qualidades pessoais, celebra pequenas conquistas e pratica o autoelogio. Reconhecer o teu valor reduz a dependência da validação externa.
4. Reescrever a narrativa interna
Muitas vezes, interpretamos o “não” do outro como sinal de desvalorização. Mas a rejeição diz mais sobre o outro do que sobre ti. Trabalha a tua voz interior para que te torne mais compassivo contigo mesmo.
5. Aprender a pôr limites
Dizer “não” é um ato de amor-próprio. Quando tens medo da rejeição, podes cair no padrão de agradar os outros à tua custa. A assertividade é essencial para curar esta ferida e manter relações equilibradas.
6. Buscar apoio terapêutico
A psicoterapia é uma ferramenta poderosa para curar feridas emocionais profundas. Um psicólogo pode ajudar-te a ressignificar experiências dolorosas, desenvolver estratégias de autocuidado e fortalecer a tua saúde emocional.
Superar a ferida da rejeição é um processo, não um evento
Curar esta ferida não significa que nunca mais te sentirás rejeitad@, mas sim que serás capaz de lidar com essa dor sem que ela controle a tua vida. Com paciência, amor-próprio e apoio certo, é possível viver de forma mais plena e confiante.
Precisas de ajuda para curar feridas emocionais?
Em Souvida.pt, encontras psicólogos e terapeutas preparados para te acompanhar neste caminho de autoconhecimento e superação. Marca já a tua primeira consulta online gratuita e dá o primeiro passo para uma vida mais leve e equilibrada. 🌿
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